Discoteca básica Led Zeppelin: os 5 clássicos absolutos da banda

03/12/2025

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Por: Pedro Figueiredo

Fotos: Divulgação

03/12/2025

Formado por Robert Plant, Jimmy Page, John Bonham e John Paul Jones, o Led Zeppelin se tornou uma das mais importantes bandas do rock britânico. O grupo, que encerrou a trajetória em 1980, após o falecimento de Bonham, continua atravessando gerações com a música que redefiniu os padrões do rock. Jack White já chegou a declarar que não confia em quem não gosta da banda.

Desde o final dos anos 1960, o quarteto marcou o nome na história da música e, ainda hoje, é uma grande influência para diversos artistas. O Greta Van Fleet é um grande exemplo: desde que surgiram em 2017, os músicos são comparados com o Led Zeppelin. 

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Um dos álbuns mais importantes, Led Zeppelin II (1969), conhecido como o mais pesado da banda e que viria definir a sonoridade do grupo nos próximos anos, é o primeiro lançamento do NRC+ Essentials, braço do NRC focado em clássicos internacionais do rock e do pop. Veja abaixo esse e outros destaques da discografia:

Led Zeppelin (1969)

O primeiro disco da banda – e primeiro dos quatro que receberiam o nome do grupo – chegou ao mundo com alguma expectativa, já que Page e Jones já eram conhecidos no meio musical. O primeiro, inclusive, foi um dos integrantes do The Yardbirds, banda que contava com o também lendário Jeff Beck.

Lançado pela Atlantic Records, o disco traz alguns dos grandes sucessos da banda, como “Good Times Bad Times”, “Dazed and Confused” e “Babe I’m Gonna Leave You”. O disco também ajudou a banda a formar as primeiras gerações de fãs, apesar da crítica não ter amado o projeto.

Led Zeppelin II (1969)

Um divisor na trajetória dos britânicos, o segundo disco foi composto enquanto eles estavam na estrada. Foi gravado entre os Estados Unidos, Reino Unido e Canadá. O resultado não poderia ter sido melhor: o álbum alcançou o topo das paradas nos Estados Unidos e no Reino Unido, desbancando até os Beatles.

Bebendo da fonte da psicodelia, do folk e do Chicago Blues, Led Zeppelin II é considerado o projeto mais pesado da banda. “Thank You”, “Heartbreaker”, “What Is And What Should Never Be” e “Bring It On Home” são destaque do álbum. E há ainda o clássico absoluto “Whole Lotta Love”, que esteve no centro de uma disputa judicial após a filha de Willie Dixon apontar a semelhança entre o sucesso do grupo e a canção “You Need Love”, do baixista estadunidense. No fim, o músico foi creditado como compositor da faixa.

Led Zeppelin III (1970)

Com uma sonoridade diferente daquela do disco anterior, Led Zeppelin III dividiu opiniões dos críticos e admiradores. Aqui, além do folk, que já era uma influência para o quarteto, a música celta também ecoa nas faixas do disco, concebido após uma passagem de Jimmy Page pelo País de Gales. O disco, inclusive, foi gravado no país, na região de Gwynedd.

O trabalho traz canções com pegada acústica, como “Friends”, “Gallows Pole” e “Tangerine”. O rock mais característico do grupo ficou por conta de “Immigrant Song”, música que abre o disco.

Led Zeppelin IV (1971)

Led Zeppelin IV – o último do volume – é um retorno a uma sonoridade ainda mais rock and roll. Há, inclusive, uma faixa em homenagem ao estilo musical.

Outros destaques são “Black Dog”, “Misty Mountain Hop”, “Going to California” e “When the Levee Breaks”. Nenhuma, no entanto, se compara a “Stairway to Heaven”, o maior sucesso da banda.

Houses of the Holy (1973)

Em 1973, apesar do pouco tempo que separa Houses of the Holy do primeiro álbum, o Led Zeppelin já era consolidado o bastante para ousar mais composições. É exatamente isso que eles entregam aqui: um disco que pode ser descrito como mais descontraído que os antecessores.

O quarteto flerta com o reggae em “D’yer Mak’er” e entrega um hit dançante em “Dancing Days”. “Over The Hills” e “The Rain Song” não ficam para trás, como baladas de alta qualidade.

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03/12/2025

Pedro Figueiredo