Timbres não mentem jamais, mas podem confundir. No que pode parecer uma tentativa de fazer lado ao Sétima Efervescência e a sua ex-Graforréia Xilarmônica de uma vez só, Birck mistura ie-ie-iê, jovem guarda psicodélica, música atonal e compassos pouco convencionais, de maneira que quase todas as faixas têm seu momento dançante e sua passagem esquizo. O resultado não é nem a “próxima efervescência”, nem outra graforréia, mas uma mistura do experimental e do pop, do erudito e do rock’n’roll que a turma de Birck fez e continua fazendo como poucos.
Por: Revista NOIZE
Fotos:
Artigos Relacionados
Leia Também
- Heineken House: espaço promove programação cultural e coworking gratuito no Parque Villa-Lobos, em São Paulo 18/05/2026
- Arnaldo Antunes fala sobre o fascismo e outros atrasos que atrapalham o “Novo Mundo” 18/05/2026
- Festival Sarará reforça mistura de estilos com Alcione, Luedji Luna, Psirico e Ajuliacosta; veja line-up 18/05/2026
Revista NOIZE
administrator
